quarta-feira, junho 22, 2011

Amor próprio.


Que ele não seja tão pequeno ao ponto de você deixar de se amar, para se dedicar a uma só pessoa
E nem tão grande ao ponto de não amar a ninguém.

Esse "tal" do amor.


Geralmente não escrevo sobre esses temas, mas segundo um amigo – Thiago- a prima dele leu o blog e gostou, pediu que eu fizesse algo relacionado ao amor, então para você Kimberllyn,  vou me esforçar e tentar fazer algo legal.

O amor já foi tão falado, mas as pessoas nunca se cansam de ouvir, falar, e querer muito viver um, talvez porque ele nos deixe mais segura, faz qualquer dia passar tão rápido, que o que você mais quer é está sempre junto, sem espaço para saudade. Ele nos faz sentir feliz sem precisar de nada, apenas de um sorriso, um oi, isso faz tudo valer a pena, por isso que dizem que o amor é cego, até mesmo egoísta, porque dentro de um universo, só se enxerga uma coisa, fazer feliz a quem nos faz mais feliz, uma única pessoa.
Quando se ama, parece que o mundo só é feito para dois, em que as outras pessoas passam despercebidas, começam a fazer e dizer coisas que jamais imaginavam falar um dia, choram sem querer, sorri por qualquer motivo, tudo que se vê faz lembrar quem ama, mesmo que para as outras pessoas não tenha nada a ver, em tudo e em qualquer lugar que se vá, alguma coisa vai lembrar aquela pessoa. E quando isso não mais acontecer, não existe mais o amor.

 A outra face.

Sabe o amor? Ele é lindo.
Lindo? Sim, para quem sabe amar!
Existe quem se mate ou "mate por amor", mas isso é loucura!
A morte por amor só é “bonita” em poemas, pois ali não passa
de letras em um papel, na qual alguns poetas usam as mesmas para provar a intensidade desse amor e por esse amor até a morte vale à pena, ou mesmo acabar com a dor de um amor não correspondido, mas na vida, isso se torna uma doença! Quem ama quer ver o outro feliz, mesmo que não seja ao seu lado, essa talvez seja uma das maiores forma de demostrar o quanto se ama.